O Corvo, de Edgar Allan Poe


published at: 2013-02-06 00:27 hs

The Raven (“O Corvo”) é um poema do escritor e poeta norte-americano Edgar Allan Poe. Ele foi publicado pela primeira vez em 29 de Janeiro de 1845, no New York Evening Mirror. É um poema notável por sua musicalidade, língua estilizada e atmosfera sobrenatural provenientes tanto da métrica exata, permeada de rimas internas e jogos fonéticos, quanto do Talento singular de Poe, um dos maiores expoentes tanto do romantismo quanto da própria literatura americana. Neste poema, que apresenta uma temática típica do romantismo (ou, mais especificamente, do Ultrarromantismo), a figura do misterioso corvo que pousa sobre o busto de Pallas (ou Atena, na maioria das traduções feitas para o português) representa a inexorabilidade da morte e seu impacto sobre o personagem, o qual, no seu papel de arquétipo correspondente às tendências da geração literária de Poe, lamenta e sofre profundamente com a perda de sua amada Leonora (Lenore, no original). No final do poema o corvo, o qual representa, como dito acima, a inexorabilidade da morte, é dito como ainda repousando sobre o busto de Pallas (ou Atena, na tradução de Fernando Pessoa) simbolizando o pesar eterno que se abateu sobre a alma do protagonista. (fonte: wikipedia)

Autor: Edgar Allan Poe
Edgar Allan Poe (nascido Edgar Poe; Boston, 19 de Janeiro de 1809 – Baltimore, 7 de Outubro de 1849) foi um autor, poeta, editor e crítico literário estadunidense, fez parte do movimento romântico americano. Conhecido por suas histórias que envolvem o mistério e o macabro, Poe foi um dos primeiros escritores americanos de contos e é considerado o inventor do gênero ficção policial, também recebendo crédito por contribuição ao emergente gênero de ficção científica. Ele foi o primeiro escritor americano conhecido a tentar ganhar a vida através da escrita por si só, resultando em uma vida e carreira financeiramente difícil.
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Livro: Poemas e Ensaios
Poema: O Corvo.
Tradutores: Oscar Mendes e Milton Amado
Editora: Globo
valor: R$34,00

Ouça o poema O Corvo

Dicionário

Aggônico: adj. Relativo a agonia. Opressivo, ansioso.

atroz: De grande perversidade, cruel, desumano, impiedoso: vingança atroz. Horrível de suportar: dor atroz. Desagradável, horrível: um tempo atroz; uma feiúra atroz.

rubra: adj. Vermelho intenso.

lúgrube: adj. Que exprime ou inspira sombria tristeza; fúnebre: aparência lúgubre, lúgubres lamentos.

ignoto: adj. Ignorado, desconhecido.

sepulcral: adj. Relativo a sepultura: inscrição sepulcral. Que contém sepulcros: capela sepulcral. Fig. Pálido, sombrio, triste, medonho: figura sepulcral; vozes sepulcrais.

pávida: adj. Acometido, invadido ou cheio de pavor. Que apresenta ou revela medo; medroso, assustado, assombrado. (Etm. do latim: pavidus.a.um)

perquerir: v.t. Inquirir, indagar, investigar com minúcia; pesquisar.

imoto: adj. Imóvel.

agourento: adj. Que tem, anuncia ou traz mau agouro; agoureiro.

soberbo: adj. Que é mais alto, que está mais alto ou mais elevado que outro. Fig. Arrogante, orgulhoso, vaidoso, presunçoso: ar soberbo. Belo, magnífico, admirável, maravilhoso, imponente, esplêndido, sublime: um soberbo espetáculo. S.m. Pessoa orgulhosa, arrogante: Deus castiga os soberbos.

hierático: adj. Que pertence aos sacerdotes ou à Igreja. Que tem as formas de uma tradição litúrgica. Escritura hierática, antiga escrita egípcia usada pelos sacerdotes.

fidalgo: s.m. Indivíduo com título de nobreza; nobre, aristocrata. Pop. Indivíduo bem trajado e de maneiras refinadas. Pessoa que vive de rendimentos. Adj. Relativo a fidalguia. Nobre, generoso. Pop. Bizarro, requintado: modos fidalgos.

augusto: adj. Que inspira respeito ou veneração: augusta proteção. Grandioso, suntuoso; magnífico.

Minerva: s.f. Art. gráf. Designação usual das máquinas de platina, leves e rápidas, utilizadas na impressão de capas de pequeno formato, cartões de visita, cartazes etc. Aparelho de gesso usado em ortopedia para manter o pescoço em equilíbrio nos casos de lesão vertebral.

austera: adj. Rigoroso, circunspecto, severo: a vida austera de um asceta; professor austero. / Que exclui ornatos: um estilo austero.

espectro: s.m. Imagem incorpórea de alguém falecido, fantasma, aparição ilusória. Fig. Presença ou iminência ameaçadora: o espectro da fome. Fig. e Fam. Pessoa esguia, magra e macilenta: é um verdadeiro espectro. Física. Conjunto dos raios coloridos, resultantes da decomposição de uma luz complexa.

esfinge(no sentido de mistério): s.m. Tudo que tem causa oculta, desconhecida ou é incompreensível, inexplicável; enigma.

retorquir: Replicar utilizando contra o adversário o próprio argumento de que ele se serviu; objetar, contrapor.

ritornelo: Música Termo que exprime ação de retorno e é aplicado em variadas circunstâncias: refrão de madrigais, estribilhos, repetição de introdução instrumental a composição vocal, coro etc. (Tb. se diz, à italiana, ritornello.)

epitáfio: Inscrição num túmulo, inscrição sepulcral. Breve elogio fúnebre. (Do latim epitaphius)

esparzir: Derramar água, sangue etc. Espalhar em gotas, borrifar. Difundir: espargir benefícios. V.pr. Espalhar-se; difundir-se.

nepente: sm (gr nepenthés) Bebida mágica, remédio contra a tristeza, de que se falava na Antiguidade.

bálsamo: Resina odorífera que ressuma de certas árvores. Planta que destila bálsamo. Eflúvio, aroma, perfume. Fig. Alívio, conforto, *lenitivo.

Galaad: Na Bíblia, “Gileade” significa o “monte de testemunho” ou “monte de testemunha”.

guante: Luva de ferro da armadura antiga; manopla. Fig. Autoridade, severidade, rigor.

ermo: adj. Que se encontra ou está sem companhia; solitário. Diz-se de ou local inóspito, afastado, desabitado: ele preferia viver naquela floresta, isolado no ermo. (Etm. do grego: éremos)

Hirto: adj. Duro, inteiriçado, muito teso. Arrepiado.Ereto, imóvel. Áspero, eriçado. Fig. Ríspido, intratável.

alfombra: Alcatifa, tapete. Terreno coberto de verdura (grama, musgo etc.): a macia alfombra do prado.

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